Eu sou a Flavia Machioni, autora do Lactose Não. Desde que descobri minhas alergias alimentares minha vida mudou totalmente. Assumi responsabilidade pela minha saúde e bem estar e vou te auxiliar a fazer o mesmo!
No meu programa online de 6 semanas, vou te mostrar como conquistar hábitos saudáveis sem sofrimento e ensinar todos os segredos da gastronomia natural funcional, com técnicas e receitas sem glúten, leite, ovos e lowcarb. Conheça meu programa e inscreva-se para a próxima turma.
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Receitas saudáveis


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Últimos Posts:

Pão de queijo sem lactose super fácil

Oioii pessoal!!! Vamos ver como fazer um pão de queijo sem lactose super fácil?! 🙋🏻 Eu sempre fui a maluca do pão de queijo. Apesar de não ser mineira, acho que tinha algum flerte com aquelas terras, porque ele e doce de leite faziam parte da minha dieta diária - sem brincadeira! Hoje, comemora-se o Dia Nacional do Pão de Queijo, e quero dividir com vocês uma das receitinhas mais fáceis e deliciosas que já fiz. Aqui no blog eu tenho algumas que adoro, essa foi a primeira que fiz lá nos primórdios do Lactose Não, em 2012 para ser mais exata. Lembro que tinha muita dificuldade na cozinha, principalmente na restritiva, que tinha que trocar e substituir ingredientes por outros que não conhecia e nunca tinha ouvido falar. Depois dessa receitinha, testei diversas outras. A deste link, por exemplo, é meu xodó!! Todo mundo que prova ama, e nem sonham que vai biomassa de banana verde e amaranto hihihih. Mas, hoje quero dividir essa receita de pão de queijo sem lactose super fácil, para que todos possamos comemorar o dia nacional dele com muito sabor, praticidade e pessoas queridas para dividir a fornada 😍. Você pode substituir a batata doce por aipim, inhame e até a batata comum - mas essa última é que menos tem nutrientes legais, então faça só se não tiver outras opções por aí, combinado? Eu adoro acrescentar sementinhas ou temperos secos como oréganos, manjericão, alho e cebola em pó.. fica um sabor ainda mais especial. O que acho mais legal dessas receitas de pão de queijo sem lactose é que a textura fica muuuuuuito parecida com a versão original, porque quem comanda ali é o polvilho doce, o queijo entra só como um a mais na receita. Sabia?! Bom, vamos logo ver como fazer essas delícias que são:  
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Porque estou começando mais um tratamento

Oioii!!!! No último post contei como descobri ser celíaca e hoje quero explicar porque estou começando mais um tratamento. Vamos lá? ☺️ Há mais ou menos um mês eu decidi que não ia mais comer animais (frutos do mar e frango, carne de vaca e porco já não como) e consequentemente, comecei a comer bem mais cereais e leguminosas do que estava acostumada. Infelizmente minha decisão durou menos de uma semana, e vou te contar porque. Quando decidi não comer mais animais eu comecei a consumir mais leguminosas e cereais. Deixei todos de molho por 24h como ensino em meus cursos e já mostrei diversas vezes no meu Instagram, germinei alguns, e estava super feliz com minha escolha e com as comidinhas deliciosas que estava fazendo. Na 6ª à noite, fim de junho, eu comecei a me sentir um pouco mal. No sábado acordei melhor e depois do café da manhã comecei a me sentir enjoada. Almocei pouco e quando cheguei em casa fui direto pra cama, de onde só saí 2 dias depois. Eu tinha um enjoo e mal estar absurdos! Parecia que eu tinha dois aliens na minha barriga de tanto barulho que ela fazia. Tinha ânsia de vomito mas não conseguia vomitar. Fiquei 3 dias sem ir ao banheiro e sem comer. Única coisa que tinha vontade de comer era arroz com espinafre 😓. Comi bem pouquinho, dormi muito, tive febre.. foi horrível! Pensei que era uma virose já que várias pessoas aqui em Salvador estão tendo. Passou uns dias, melhorei. Estava com medo que pudesse ser algo do que tinha comido - mas eu só tinha comido em casa! Mesmo assim, quando pensava em algumas comidas meu estômago embrulhava. Comi feijão uns dias depois e tive muito desconforto, mas um desconforto diferente. Achei melhor não consumir e voltei a comer ovo, peixe e frango. Confesso que fiquei triste, mas aceitei que não tinha o que fazer no momento. Desde então eu não fiquei 100%. Fui me consultar com minha nutri Juliana Trevilini e contando os meus sintomas ela disse 'Fla, vamos ter que fazer uma detox grande em você. Consumir grãos e cereais em muita quantidade não é indicado para quem tem doença autoimune. Além disso, vamos retirar os FODMAPS." Na hora que ela falou isso eu lembrei de uma aula que tive no curso de Health Coach com o Dr William Davis, autor do livro Barriga de Trigo, que o nome da aula era "Against the grains" - Contra os grãos 😱🙊. Lembro que na época da aula tinha achado o maior exagero.. A Ju ainda me indicou um livro, que comprei na mesma hora, da Dra Amy Myers, Doenças Autoimunes. Este livro é ótimo, e se você tem alguma doença autoimune ou desconfortos e mal-estar constantes, indico demais a leitura. Um ponto que esses dois médicos abordam em comum é que grãos, que neste caso são as sementes das gramíneas como trigo, cevada, milho, amaranto, painço, teff, arroz, não foram feitos para serem digeridos por nós, humanos. Segundo o Dr Davis,  nós, seres humanos, não fomos feitos para comer grama. Não temos o sistema digestório adaptado para isso, diferente das vacas, por exemplo, e por muitos anos nós não comíamos. Nos alimentávamos de outras sementes, raízes, folhas, verduras, etc. Mas, aqui eu vou focar nos argumentos levantados pela Dra Myers, que embasa o conteúdo do seu livro na experiência dela própria com doença autoimune assim como os resultados desse tipo de tratamento nos pacientes dela. Segundo ela, o problema dos grãos e cereais está em alguns componentes deles que nós, que temos doença autoimune como doença celíaca, Chron, retrocolite ulcerativa ou outras desordens como síndrome do intestino irritável (SII), disbiose e intolerâncias alimentares, não conseguimos digerir e quando consumidas em excesso nos faz mal. Este post é só uma introdução ao assunto. Caso tenham interesse, continuo falando sobre isso e no próximo, vou contar o que a Dra Myers diz sobre o consumo de alguns alimentos por quem tem doença autoimune e conto também qual o tratamento que minha nutricionista me passou. Então deixa um comentário aqui para eu saber se quer ler mais, tá? Não deixe de me acompanhar no Facebook e Instagram e assine a minha newsletter para receber os posts da semana direto no seu e-mail 😘  
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Petit gateau lowcarb sem glúten e lactose

Oioii!!! Essa receita de petit gateau lowcarb sem glúten e lactose é sucesso absoluto!!! 😍 Ninguém diz que ele não é um petit gateau tradicional e sabe o que é o melhor? Muito fácil de fazer! A verdade é que o petit gateau é uma receita muito fácil de fazer, e deixá-la sem glúten e lactose também não é difícil. São poucos ingredientes que vão nele, e os dois mais importantes são o chocolate e os ovos. Hoje em dia temos várias opções muito legais de chocolate sem lactose para todos os gostos. Eu recomendo sempre algumas marcas que uso aqui na minha cozinha e que adoro o sabor e a procedências, que são a Amma e a Chocolife. Os chocolates Amma são orgânicos, produzidos aqui na Bahia, e eu sou apaixonada pelo Gulah Merah - que vai 70% de cacau e é adoçado com açúcar de coco, um dos açúcares com menor índice glicêmico. É esse que uso no vídeo abaixo: Os chocolates da Chocolife são todos sem açúcar, e são uma ótima opção também. Caso queira comprar, visite a loja online deles aqui, e use meu cupom para desconto: lactosenao ☺️ Como disse acima, o outro ingrediente fundamental na massa do petit gateau são os ovos, eles vão dar estrutura e corpo à massa. Eu nunca fiz essa receita sem, portanto caso queira testar, depois volte e me conte. Outro ponto importante para fazer um petit gateau é o tempo e temperatura de forno. Vai variar bastante de forno para forno, mas o segredo é ficar de olho para quando as bordas estiverem firmes e o meio ainda molinho, tirar. Para acompanhar essa sobremesa deliciosa você pode fazer esse sorvete que ensinei aqui. Agora, vamos ver o passo a passo dessa delícia que é o petit gateau lowcarb sem glúten e lactose.  
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Doença autoimune – como fechei meu diagnóstico

Oii!!! Hoje quero contar sobre minha doença autoimune e como fechei meu diagnóstico .

Sexta-feira comecei mais um tratamento para melhorar os sintomas entes de contar sobre o momento atual, preciso dividir uma parte da minha histórias com as alergias e intolerâncias alimentares que eu acabei não contando para vocês.

Se você me acompanha aqui faz tempo, já viu que passei por alguns tratamentos nesses cinco anos de blog. Bora para a retrospectiva:

[intense_icon_list] [intense_icon_list_item type="calendar" size="1" color="#f26f99"]2011 - Descobri minha intolerância à lactose.[/intense_icon_list_item] [/intense_icon_list]

[intense_icon_list] [intense_icon_list_item type="calendar" size="1" color="#f26f99"]2012 - Criei o Lactose Não e basicamente achava que a vida era baseada em enzima lactase e gordura vegetal no lugar da manteiga.[/intense_icon_list_item] [/intense_icon_list]

[intense_icon_list] [intense_icon_list_item type="calendar" size="1" color="#f26f99"]2013 - depois de ter muitas crises, procurei auxílio e comecei a me consultar com minha nutri, Juliana Trevilini. No primeiro tratamento que fizemos fiquei 30 dias sem lactose, proteína do leite e glúten. Desde então não voltei a consumir esses alimentos, salvo quando consumi por orientação médica para refazer exames, como contei aqui.[/intense_icon_list_item] [/intense_icon_list]

[intense_icon_list] [intense_icon_list_item type="calendar" size="1" color="#f26f99"]2014 - fiz o Vegatest e logo depois descobri que estava com síndrome fúngica, deveria ter ficado 30 dias em tratamento, com dieta restrita e sem açúcar. Só consegui ficar 16. Só fui conseguir fazer a dieta certinha mmuito tempo depois, e esse ano fiz uma série de posts sobre candidíase, síndorme fúngica e intolerâncias alimentares, que você pode conferir aqui.[/intense_icon_list_item] [/intense_icon_list]

[intense_icon_list] [intense_icon_list_item type="calendar" size="1" color="#f26f99"]2015 - não tive crises muito fortes. Viajei muito, trabalhava de segunda à segunda e acabei ganhando gordura, que depois fui entender.. veja o post até o fim para entender. Nada que fosse muito visível aos outros, mas para mim era. Foi quando comecei meu curso de Health Coach.[/intense_icon_list_item] [/intense_icon_list]

[intense_icon_list] [intense_icon_list_item type="calendar" size="1" color="#f26f99"]2016 é a peça da história que está faltando. Foi um ano bem puxado e acho que até por isso não consegui escrever sobre ele enquanto acontecia, como normalmente eu faço, mas vamos lá.[/intense_icon_list_item] [/intense_icon_list]

Eu não conseguia entender como comendo bem e me cuidando eu ainda tinha crises de vez em quando. No meu curso de Health Coach eu aprendi muito sobre metabolismo, saúde e nutrição, e algumas aulas em específico chamaram muito a minha atenção porque parecia que eles estavam falando sobre mim. Essas aulas foram as sobre doença celíaca e resistência insulínica.

Eu estava cansada de viver naquela dúvida se era ou não celíaca ou se era alguma outra coisa que me fazia mal. Eu realmente não aguentava mais, a minha sensação era de que era como se alguém que eu gostasse tivesse sumido e eu não sabia se a pessoa estava viva ou tinha morrido. Parecia que eu estava esperando algo que talvez não existisse.

Assim, resolvi procurar mais um gastro. Pedi recomendações e escolhi um, que diziam ser especializado em doença celíaca.

Nossa primeira consulta ele foi tão atencioso que me senti muito feliz. Finalmente um médico que estava disposto a me ouvir e que parecia estudar sobre as novidades desse mundo - que bem sabemos muda com muita rapidez. Pediu muitos, muitos exames mesmo, e eu saí do consultório confiante que encontraríamos o que era. Ele questionou se eu toparia fazer o exame de intolerância à lactose de novo e eu disse que preferia não fazer porque eu fico mal por muitos dias e como viajo muito e tenho uma rotina muito puxada, sabia que ia me prejudicar. Ele entendeu e disse que deixaríamos como último dos casos.

Marquei os exames e fiz, alguns muito desagradáveis mesmo, demorados, ruins, desconfortáveis.. mas tudo bem, se era para saber o que eu tinha, valia a pena - eu pensei.

Com os exames em mão, voltei ao consultório, em jejum porque faríamos endoscopia.

Chegando lá, ele perguntou porque eu não tinha liberado a guia do convênio para a colonoscopia, e eu disse que ele não tinha solicitado nem dado a guia para esse exame. Ele pareceu incomodado. Olhou os demais exames, questionou porque eu não fiz o de trânsito intestinal no lugar que ele recomendou e eu expliquei que cheguei lá para fazer, eles não tinham marcado e que como não tinha muito tempo liguei para a secretária dele perguntando se teria outro local para fazer e ela me indiciou o que eu acabei fazendo. Ele não gostou, falou que eu ia ter que refazer porque ele gosta do outro laboratório. Para completar, perguntou sobre o exame de IL e eu lembrei ele o que tínhamos conversado e ele disse que deixaríamos para último caso. Ele falou que estava errado, eu deveria ter feito e que passaria a guia para eu fazer.

Enquanto isso, a enfermeira dele tentava furar a minha veia, que eu expliquei que era fina e que sempre pegam a do outro braço. Ela me ignorou, me machucou, não conseguiu pegar a veia e acabou me furando várias vezes.

Dormi, fizeram a endoscopia e eu acordei do exame chorando. Eu estava arrasada. Meu irmão foi comigo e eu só conseguia chorar.

Não queria nem ver o médico mais, mas fui para o consultório dele. Ele falou que apesar de eu estar com inflamação da laringe à boca do estômago, o exame genético postiivo e o histórico do meu pai, nada era conclusivo. Falou para eu fazer o exame de IL e refazer o de trânsito intestinal.

Além disso me receitou omeprazol para eu tomar diariamente, eu disse que não ia tomar, não queria tratar sintoma queria entender o que eu tinha. Ele pareceu incomodado e disse que ok, a escolha era minha.

Questionei ele sobre uma possível resistência insulínica, ele deu risadinha e me tirando do consultório, literalmente, disse que não tinha nada a ver porque eu sou magra, meu problema não era esse.

Remarquei o exame de trânsito intestinal, na clínica que ele queria. Tomei bário mais uma vez e fiquei mais 4h dentro da clínica enquanto tiravam fotos do caminho que aquele bário fazia dentro de mim. Literalmente me deixaram de ponta cabeça. Em uma das horas que estava lá, fui ao banheiro e comecei a chorar. Eu não me sentia doente, não era possível que eu precisava passar por tudo aquilo.

Ok, me recompus, voltei e fiquei esperando o bário chegar aonde precisava.

Para tirar o bário do corpo você precisa tomar laxante. Era o segundo exame desses que fazia em um mês. Um ataque atrás do outro ao meu intestino e ao meu corpo.

Eu tinha estudado sobre resistência insulínica no meu curso e assisti um documentário ótimo, que indico, Carb Loaded, e vi que era mais comum do que eu pensava em pessoas magras e atletas como eu (a intensidade e frequência com que me exercito faz com que eu caia na categoria de atletas tá? hahaha). Tanto vi que era comum que pedi a solicitação ao plano de saúde para fazer um exame de curva glicêmica, mesmo sem o médico achar necessário.

Não podia fazer no mesmo dia do de lactose, então fui eu mais dois dias, com intervalo de 4 entre eles, ficar 2h30 sentada na coleta de sangue para pegarem amostras.

Agora o mais curioso: o de IL eu me senti mal, mas até que OK. Já o de curva glicêmica eu fiquei MUITO mal. Um enjoo sem fim, quando saí do laboratório fui ao mercado e quase desmaiei. Ficou tudo escuro, eu suava frio e não ouvia nada. Fiquei inchada por semanas.

Quando o resultado saiu eu fiquei muito assustada: era como se eu fosse pré-diabética!!!! Fiquei desesperada, muito triste, pensei “Sério? Mais essa?”.

Não voltei no gastro, claro. Em vez disso procurei minha amiga médica, Maitê, e pedi uma indicação. Contei o que estava acontecendo e ela me indicou um médico endocrinologista, que atendia em outra cidade.

Marquei a consulta, fiz muitosssss exames, vários mesmo, e fui. Ele me acalmou, disse que eu não era diabética, nem pré-diabética, que estava com fadiga adrenal devido ao stress e que trataríamos. Questionei sobre o glúten e ele disse que com todos os indícios ele não via porque eu voltar a consumir para refazer exames. No fim, disse que era para eu me considerar celíaca.

Fiz o tratamento e a melhora foi incrível. Em menos de dois meses eu já era outra pessoa.

Além dele, acabei consultando outro médico, um clínico geral estudioso da doença celíaca e disordens relacionadas ao consumo do glúten, que eu nem sabia que era até me consultar com ele. Ele também disse que com o histórico e exames, eu sou celíaca.

Desde então, estou bem! Melhorei muito mesmo, minhas crises são muito eventuais e hoje em dia muito mais relacionadas a baixa de imunidade devido a outros fatores que não a alimentação.

Esses fatores afetam bastante, e é sobre eles que venho estudado e aplicado em mim.

Ter uma doença autoimune faz com que os cuidados com intestino e os fatores que o influenciam devam ser constantes. Por isso, sexta-feira comecei mais um tratamento. Dessa vez por outros motivos e para cuidar de outras questões.

Vou explicar e dividir tudo com vocês, como sempre faço. Para não perder nenhum post, você pode assinar minha newsletter e receber o aviso de quando for ao ar por e-mail.

Eu fico muito feliz de ter encontrado meu equilíbrio e trabalhar para estar sempre próxima a ele. Foi com tudo o que passei e passo, junto com meus estudos em metabolismo, coach em saúde e cozinha natural que passei o último ano desenvolvendo meu programa online de 6 semanas 🙂

A primeira turma já está acontecendo, e os feedbacks têm sido lindos!!! Todo mês tem turma nova, a de setembro começa dia 4 e as inscrições já estão abertas. Se quiser conhecer, clique aqui. Caso tenha dúvidas sobre o programa mande um e-mail clicando aqui.

Para finalizar, quero lembrar que todo ser humano é passível de erros. O médico que me consultei não conseguiu me ajudar, por diversos motivos. Mas, pessoas diferentes têm experiências diferentes e esses profissionais podem ser diferentes em outros casos. Estou dividindo aqui a MINHA experiência e por motivos óbvios não vou divulgar o nome de nenhum deles.

Agradeço por ter lido até aqui, de coração.

Espero que isso possa ajudar alguém, de alguma forma.

Não custa lembrar: NENHUM tratamento deve ser feito sem acompanhamento médico e somente após diagnóstico! Não façam NENHUMA mudança em seus hábitos, nem auto medicação. Procurem sempre profissional qualificado.

Caso tenham dúvidas, deixem aqui!

Um beijo e ótimo sábado!

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5 anos de blog

Pois é, meus amigos, hoje faz 5 anos do meu primeiro post aqui no Lactose Não. CARAMBA!!!! Como tradição é tradição, tem que ter post comemorativo. Ontem, postei a receita desse bolo de festa sem glúten e lactose e tem os meus e-books - várias pessoas já compraram e estão amando! Clique aqui para conhecer e comprar o seu. Hoje, tem post com textão ☺️. Acho que é a maneira que tenho de deixar a marca do que sinto e o que tudo que aconteceu no último ano significa. Ao mesmo tempo que passou muito rápido, tanta coisa mudou desde o dia 30 de julho de 2012 que parece que são várias Flavia's escrevendo aqui nesse mesmo www.lactosenao.com.

Cada ano que passa, eu faço esse post comemorativo e fico cada vez mais grata e admirada por tudo que construí. Estudo muito e me dedico demais para entregar tudo com qualidade, e tenho muito orgulho quando olho minha história🙏🏼.

Comecei muito despretensiosamente e transformar um blog de receitas e desabafos em uma empresa, requer uma vontade e dedicação intensas e intermináveis.

Blogueira, cozinheira, autônoma, professora, coach, empreendedora, pode me chamar de qualquer e todos esses. Agradeço literalmente todo dia por tudo o que acontece comigo desde que decidi sair da zona de conforto e me jogar no desconhecido que tudo isso sempre foi e continua sendo.

Tive tantas fases nesses 5 anos. Aprendi tanto, tentei tanta coisa diferente, e felizmente TUDO deu certo. Deu tão certo que estou sempre fazendo escolhas, porque não dou conta da demanda sozinha e não consigo estar em vários lugares ao mesmo tempo #sonho.

Já fiz encomenda pra fora, viajei muito dando curso, recebi dezenas de pessoas na minha cozinha para ensinar o que eu sei, falo diariamente com milhares de pessoas, sou reconhecida no avião, na rua, no restaurante, em festas, em lojas, sou contratada para fazer campanha de produtos, para criar conteúdo, para dividir o que sei, desenvolvi meu próprio programa de coaching em alimentação, tenho um site bem feito e que me dedico 24/7.

Tem dias que eu canso, claro! Pode parecer mentira, mas eu não gosto de redes sociais. Tem dias que tudo o que não quero é olhar pro celular ou abrir o computador, mas espero algumas horas, recupero as energias e continuo no meu propósito. São nesses dias que inexplicavelmente eu recebo uma chuva de comentarios e mensagens me enchendo de amor e energia para continuar aqui. E eu sempre digo e vou continuar dizendo OBRIGADA! Você é fundamental para tudo o que acontece aqui e eu não teria chegado aqui se não fosse o seu apoio.

Amo vocês, de verdade e sempre falo isso. Como li em um livro que amo “Criatividade é excesso de amor” e sei que tenho muito porque ideia aqui não falta!

Obrigada por ter lido este post e se quiser deixar um comentário com dicas e sugestões para o nosso futuro, vou amar! 😍 Ah, vem conferir as receitas dos posts comemorativos dos últimos anos: Ano 1 - Cake Balls Ano 2 - Bolo de três camadas Ano 3 - Torta de morango  
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Que tipo de intolerante à lactose você é?

Olá, tudo bem? Vocês gostaram de alguns posts que fiz sobre situações que nós, intolerantes, passamos. (Ainda não viu? Dê uma olhada e me conta se se identifica: O intolerante e suas fases e Coisas que seu amigo com restrição alimentar quer que você saiba). Estava escrevendo novamente sobre o assunto, mas olha que legal, acabou virando um quiz! É uma grande brincadeira: já que a gente passa por algumas situações difíceis, vamos aproveitar pelo menos para nos divertir um pouco com elas.
Então, lápis e papel na mão. Em cada pergunta, escolha a resposta que tem mais a ver com você, e some os pontos para descobrir

Que tipo de intolerante à lactose você é?

 

A vontade de comer um brigadeiro, ou outro alimento à base de leite, está grande. Você:

É vida louca e come mesmo, deixa para lidar com as consequências depois; (1) Pesquisa e vai para a cozinha preparar algo adequado; (4) Opta por algo dentro das suas possibilidades, ou Ignora a vontade e segue a vida. (3) Vai a uma loja especializada procurar o doce na versão sem lactose ou sem leite; (2)  

Você vai receber alguns amigos em casa para jantar. Como providencia a refeição?

Planeja com antecedência um cardápio adequado para todos; (4) Vale pedir delivery? (1) Lasanha normal para os convidados, e algo separado para mim; (2) Aproveito para comer algo que não faz parte da minha rotina; (3)  

Qual é o seu comportamento em uma festa de aniversário?

Se necessário, banca a rainha (ou rei) do autocontrole, e passa o evento plena (o), sem comer nada; (4) Leva alguns snacks; (3) Tenta experimentar um pouquinho de cada coisa, só que de pouquinho em pouquinho vira um monte; (1) Toma um comprimido de lactase e faz uma oração pra dar tudo certo; (2)  

De que é mais difícil abrir mão?

Café com leite e iogurte; (3) Pizza e sorvete; (2) Tudo; (1) Não faço questão de laticínios; (4)  

Quando te questionam sobre suas restrições, você:

Aproveita para reclamar que tudo tem leite; (1) Diz para a pessoa acessar o Lactose Não e aprender tudo lá; (3) Desconversa porque ninguém te compreende mesmo; (2) Explica da melhor forma que pode; (4)  

Resultados:

5 a 8 – Intolerante intolerante

Além da lactose, parece que você não tolera sua intolerância. Não precisa achar tudo tão difícil, sempre há uma alternativa para quem tem boa vontade. Vale lembrar que nenhum brigadeiro vale mais que nosso bem estar 🙂 Post especial para você: Como me acostumei com minhas restrições alimentares

9 a 12 – Intolerante esforçado

Você tem se esforçado, mas ainda se atrapalha um pouco. Não se aborreça com eventuais tropeços, afinal grandes mudanças levam um certo tempo. Post especial para você começar bem o dia: Receitas de café da manhã sem lactose e glúten

13 a 16 – Intolerante de boa

Ser intolerante tem suas chatices, mas você não se deixa abalar. Que tal comemorar com uma das receitas mais incríveis do Lactose Não, considerando facilidade e resultado? Post especial para você: Brownie com inhame sem glúten e lactose

17 a 20 – Intolerante superação

Parabéns, apenas. Você não só lida bem com as situações como serve de exemplo para intolerantes ou não. Como saúde e alimentação são temas do teu interesse, acho que irá gostar dos posts sobre esses assuntos. Post especial para você: Conteúdos sobre Saúde e Alimentação do Lactose Não Tem outros posts ou conteúdos que vocês indicam para cada tipo de intolerante? Deixa nos comentários! 😀
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Depoimentos de Alunos

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