Síndrome fúngica & Candidíase recorrente

Oiii!!! Desde que fiz os posts sobre síndrome fúngica e candidíase recorrente eu recebo dezenas de mensagens diariamente querendo saber mais sobre o assunto.

Fico feliz de poder estar ajudando vocês, que sofrem com isso e não conseguiam ter melhoras ou encontrar informações suficientes sobre o assunto.

Resolvi fazer esse post para explicar o assunto mais diretamente e linkar os posts que fiz e que têm dicas muito importantes para quem sofre com síndrome fúngica e candidíase recorrente.

O que é síndrome fúngica?

É um quadro de disbiose intestinal em que os fungos do tipo Candida albicans estão em quantidade maior do que o normal. Apesar de estarem no intestino eles impactam no corpo como um todo, pois as partículas da cândida (chamadas LPS) entram e disparam reações inflamatórias e de imunidade.

Quais são os sintomas mais comuns?

– Uma fome aumentada quando come maçã

– Distúrbios intestinais (gases, inchaços, constipação, diarréia)

– Intolerâncias alimentares diversas

– Enxaqueca

– Micoses de repetição

– Infecção urinária

– Queda de cabelo

– Cansaço crônico e constante

– Lentidão do pensamento

– Sensação de letargia, como se tivesse fora de si

– Necessidade constante e exagerada por doce

– Bolinhas atrás do braço

– Corrimento vaginal

– Candidíase

– Ansiedade

– Língua esbranquiçada

– Alteração de humor frequente (principalmente quando está com fome)

– Hipoglicemia (tem muita fome!)

– Deficiência de vitaminas (difíceis de serem tratadas)

Quais são as principais causas?

As causas são basicamente as mesmas da disbiose intestinal:

  • Alimentação pobre em nutrientes
  • Alimentação rica em açúcares e farinhas refinadas
  • Má digestão
  • Intolerâncias e alergias alimentares (a cândida pode ser a causa de alergias tardias)
  • Uso de antibiótico frequente
  • Estresse, pois prejudica o sistema imunológico que encontra-se 80% no intestino
  • Gravidez, diabetes, uso de corticóides, baixa imunidade, baixa capacidade de detoxificação

Como é o tratamento?

Primeiro, deve-se descobrir qual a causa da síndrome fúngica. Somente assim conseguimos uma estratégia eficaz para o tratamento.

Como a nutricionista Priscila Riciardi nos disse neste post:

Tenha paciência com o tratamento

Ao fazer mudanças você pode sentir melhoras dentro de um mês, mas isso não necessariamente significa que a cândida foi embora – infelizmente 🙁

Isso acontece porque a cândida consegue se transformar em uma forma inativa quando o ambiente não lhe está favorável. Mas se você tem um desequilíbrio, lá estará ela se manifestando novamente.

O tratamento completo envolveria a redução também das formas inativas, o que exige o uso de antifúngicos, não só dos alimentos, mas também de suplementos (vou falar mais no próximo post). Isso pode levar de 6 meses há 1-2 anos, dependendo do caso. Isso não significa que ficará por todo esse tempo com restrições, mas provavelmente acompanhando com antifúngicos e maior consciência alimentar.

Por outro lado também temos que ter cuidado ao estimular a morte dos fungos. Quando eles morrem liberam de uma só vez as toxinas que produzem, que atravessam a barreira do intestino, entram no nosso corpo e promovem aumento dos sintomas por um período!

Por ser um assunto que vejo que vocês têm muito interesse, eu montei uma lista de e-mails onde divido materiais sobre disbiose/síndrome fúngica e conto mais a fundo como eu consegui tratar a minha.



 

Para ver os outros post sobre o assunto, clique abaixo:

O que incluir na dieta para candidíase

O que excluir na dieta para candidíase

Qual tratamento para síndrome fúngica

Candidíase e o intestino

Síndrome fúngica e o intestino

Causas e tratamento para síndrome fúngica

Espero que ajude!

Beijos

Sobre o Autor

Flavia Machioni

Flavia Machioni

Eu sou a Flavia, autora do Lactose Não. Sou especialista em cozinha natural, Health Coach formada pelo IIN/NY e Relações Públicas de formação. Faz 7 anos que venho mudando meu estilo de vida para ter mais saúde e bem estar e divido grande parte desse caminho aqui e em minhas redes sociais.

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