Quanto tempo levei para melhorar da síndrome fúngica/disbiose

Quanto tempo levei para melhorar da síndrome fúngica/disbiose

Desde que fiz essa série de posts aqui sobre candidíase de repetição eu recebo MUITAS mensagens querendo saber quanto tempo levei para melhorar da síndrome fúngica/disbiose.

A resposta direta é: não sei exatamente quanto tempo, porque passei por algumas fases de tratamento e em cada uma delas eu fui melhorando um pouco.

Vou explicar com mais detalhes!

Comecei a tratar em 2014, mas…

Eu comentei nos primeiros posts da série que fiz sobre disbiose e síndrome fúngica que a primeira vez que precisei fazer dieta para tratamento foi em meados de setembro de 2014 e eu não consegui finalizar. Estava em um momento super conturbado da minha vida pessoal e profissional e lidar com tantas restrições no tratamento estava me deixando mais frustrada, ansiosa e irritada.

Não consegui cumprir os 30 dias, mas comecei a entender o quanto o que eu estava comendo e o momento que estava passando estavam afetando meu intestino. Apesar de não ter conseguido manter a dieta restrita, eu aprofundei meus estudos sobre o assunto.

As pequenas mudanças que fiz, já foram trazendo alguns pequenas melhoras. Já não sentia mais tantas dores depois de comer, não ficava inchada depois de todas as refeições e as crises de candidíase vaginal foram ficando mais espaçadas.

No curso que fiz para me formar em Health Coach eu tive diversas aulas sobre metabolismo, saúde, alimentação e estilo de vida, e cada professor que ouvia, cada texto e artigo que lia, uma sementinha era plantada. Aos poucos eu fui entendendo que para ter um intestino saudável, que por consequência não estaria com disbiose ou síndrome fúngica, a mudança deveria ser duradoura.

Ou seja, mesmo que você faça o tratamento passado por seu nutricionista/médico por 30, 60, 90 dias, se você voltar aos seus hábitos antigos a sua disbiose também vai voltar.

Portanto, eu fui, aos poucos, mudando a minha alimentação para incluir mais dos alimentos que auxiliam uma microbiota intestinal saudável e diminuindo a quantidade dos alimentos que pioram o quadro de disbiose.

Isso não quer dizer que você nunca mais vai poder comer um bolo, pães, tapioca, doces.. não é isso!!

Quer dizer que se você comer muito desses alimentos pobres em nutrientes, por um período de tempo prolongado, sua microbiota intestinal vai se enfraquecer novamente. Mas não é só isso!

Olhando para trás, eu imagino que se tivesse seguido à risca e tivesse cuidado de outros fatores (principalmente o estresse), teria melhorado mais rápido.

A microbiota intestinal não é tudo! 😱

Se você me acompanha no YouTube sabe que eu fiz uma série de três vídeos com a nutricionista parceira do blog, Priscila Riciardi, sobre disbiose intestinal. No primeiro vídeo ela me contou quais fatores mais influenciam na disbiose, sabe quais são?

  1. Alimentação rica em farinhas refinadas e açúcares
  2. Intolerâncias e alergias alimentares
  3. Estresse
  4. Uso continuo e frequente de antiácidos, antibióticos e anticoncepcional

Ou seja, muitos de nós temos chance de ter algum grau de disbiose intestinal.

Por ser algo que dificilmente é medido por exames (existem alguns bem específicos, mas pouquíssimos profissionais prescrevem), e não é abordado como devia, muitos de nós sofremos com os sintomas e não sabemos porque e nem o que fazer.

Como disbiose intestinal é um estado, não uma doença, não temos como eliminar ela pra sempre.

As bactérias do nosso intestino estão em constante renovação, por isso devemos estar sempre alimentando e cuidando delas bem 🙂

Comigo, depois dessa primeira tentativa de cortar açúcar, um ano depois eu tentei novamente e adivinha? CONSEGUI!

O melhor: consegui TRANQUILAMENTE! Zero sofrimento, juro pra você. Fiquei 40 dias sem açúcares e fiquei ótima.

Mas, antes disso eu já estava me sentindo MUITO melhor, pois fui gradativamente incluindo alimentos mais nutritivos e diminuindo meu consumo de doces – porque sempre fui formiga de carteirinha (só ver quanta receita doce tem aqui no blog 🙈)

Depois desse período, que foi em janeiro de 2016, voltei a consumir açúcares eventuais (nos meus bolinhos que amo, sobremesas eventuais, chocolatinhos, etc) e frutas quase todo dia – às vezes esqueço kkkk.

Seu prato será um ótimo começo…

A minha alimentação, que já mostrei aqui e nessa TAG de vídeos do meu canal no YouTube, é basicamente composta por alimentos naturais, minimamente processados, frescos e integrais. Tem muita verdura, muitos legumes, salada, alguns tubérculos, cereais, grãos e proteínas como peixe, frango e eventualmente carne.

Sem segredos, sem frescura – comidinha deliciosa e fácil de fazer.

Para te ajudar, preparei um e-book gratuito do CARDÁPIO PERFEITO com 10 receitinhas que eu amo e que são super nutritivas e deliciosas! Para receber o seu basta se cadastrar na minha lista de e-mails VIP, preenchendo o formulário abaixo:


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Depois que fizer o download do seu e-book vai lá no Instagram me contar o que achou?! Vou ficar super feliz!!

Beijinhos,

Sobre o Autor

Flavia Machioni

Flavia Machioni

Eu sou a Flavia, autora do Lactose Não. Sou especialista em cozinha natural, Health Coach formada pelo IIN/NY e Relações Públicas de formação. Faz 7 anos que venho mudando meu estilo de vida para ter mais saúde e bem estar e divido grande parte desse caminho aqui e em minhas redes sociais.

11 comentários em “Quanto tempo levei para melhorar da síndrome fúngica/disbiose

  • 5 de fevereiro de 2019 at 13:44
    Bruno

    Ei flavia! obrigado por suas informações! fui diagnosticado com IL, estou passando tudo que relatou, qual seria o médico adequado? gastroenterologista?

    Reply
    • 5 de fevereiro de 2019 at 16:27

      Oi Bruno!! Sim, e legal consultar nutricionista tambem para adequar dieta no tratamento 🙂

  • 23 de janeiro de 2019 at 11:18
    Karla

    Bom dia Flávia! Quantidade de kerfir para água e quanto sei que tenho de doar esses bichinhos ?

    Reply
  • 25 de dezembro de 2018 at 18:55
    Pollyneya Leite de Oliveira

    Então sua inflamação intestinal era leve,bque vc não fez o tratamento inicial correto e ficou um ano ainda sem dieta ,etc? É isso?

    Reply
    • 11 de janeiro de 2019 at 13:51

      Oi!!
      A inflamação foi piorando conforme eu ia consumindo alimentos de difícil digestão.

  • 22 de dezembro de 2018 at 19:49
    Pollyneya Leite de Oliveira

    Flávia estou chegando no fim do primeiro mês de tratamento da disbiose. Tomando simfor e glutamina e me alimentando naturalmente. O quadro crítico de diarréia passou, mas ainda sinto desconforto após comer algumas coisas, é normal no início do tratamento ainda sentir a digestão lenta, barriga cheia? Essa disbiose e intolerância a lactose me deixa muito deprimida as vezes, acho que isso não vai passar. Nem ligo por conta das comidas que não posso como derivados do leite e glúten. O que me incomoda mesmo são os sintomas que demoram a passar. É normal?

    Reply
    • 11 de janeiro de 2019 at 13:52

      Oii!
      Pode ser normal sim.
      Fortalecer o processo de digestão leva tempo e tem vários fatores a serem considerados.
      Continue o tratamento e acompanhamento profissional que verá resultados!

  • 18 de dezembro de 2018 at 23:08
    Lucas Martins

    Afinal o que vc tem no estômago?

    Reply
    • 19 de dezembro de 2018 at 14:49

      Oi Lucas! Intolerância à lactose.

  • 24 de novembro de 2018 at 0:22
    Luciana

    Flávia, nesse início de tratamento para disbiose é importante cortar todas as frutas e nuts também?
    Melhor manter uma alimentação mais com proteínas, legumes e verduras pelo menos no início, como um choque?
    Tô lendo muito a respeito, mas tb são muitas dúvidas.
    Tô p ir a uma nutri tb.
    Obrigada.

    Reply
    • 24 de novembro de 2018 at 8:30

      Oi Luciana!
      Depende muito do seu caso e seu metabolismo. Consulte uma nutricionista para receber essas orientações específicas.
      Bjs

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