Quem me vê hoje em dia, Health Coach, especialista em cozinha natural e convivendo bem com minhas restrições alimentares, deve achar que sou uma daquelas pessoas mega esquisitas que nasceu amando couve e quinoa e nem imagina que a história é longa!

Eu não cresci amando “comida saudável” e como a grande parte de nós passei minha infância e adolescência comendo bolacha recheada, nuggets, pizza, bolo e achava super normal.

Meu prato não tinha muitas cores, e apesar de não ter nada contra verduras, eu pouco colocava elas no meu prato.

Isso começou a mudar depois que descobri minha intolerância à lactose. A verdade é que bem antes de procurar um gastroenterologista para me ajudar a descobrir o que eu tinha, eu sempre estava me sentindo mal, desde que consigo me lembrar eu sofria com enjôos e constipação. Tinha várias alergias de pele e uma imunidade lá não muito boa.

O exame positivo para intolerância à lactose me impactou, mas foram anos depois, já com o Lactose Não no ar há uns dois anos, que eu comecei a perceber que meu corpo estava tentando me mostrar algo e que tentar resolver a situação de maneira superficial, não estava dando certo. Eu precisava ir mais além.


Antes, um pouco de história

Eu fui uma criança super ativa! Cresci em casa e amava brincar na rua, subir em árvore, andar de bicicleta, correr, nadar, ficar fazendo “miquisse”, como minha mãe diria. Com 10 anos me mudei para Curitiba, e aos poucos fui ficando menos ativa. Fazia os esportes no colégio e só.

Mas quando chegou a adolescência o negócio desandou! Praticamente não fiz exercício nenhum, dos meus 13 aos 21 anos, e a alimentação piorou super.

Nessa época, minha família passou por algumas dificuldades. Meu pai descobriu ter câncer e passou quase 4 anos lutando com a doença. Faleceu em 2003, contei como foi essa experiência para mim aqui, e as coisas lá em casa mudaram. Foi um trauma grande e nós fizemos o que dava para continuar o dia-dia.

Minha mãe começou a trabalhar muito mais, para manter nossa casa, os estudos meu e do meu irmão, e com isso a alimentação lá de casa sentiu. Comecei a comer mais comidas prontas, e sinceramente achava ótimo, sempre fui fã de uma besteirinha 😂.

Eu sempre gostei de comer de tudo, com uma super queda por salgadinhos, biscoito e doces, admito! Trocava fácil qualquer refeição por uma coxinha e um pote de doce de leite – que a propósito, comia um pote todo de colher, algumas vezes na semana. Leia-se “colher” como bolacha Maizena.

Pois é, amigo leitor, eu era dessas, e olha como estou hoje! Viu, como tudo tem jeito nessa vida? kkkkk

Já na faculdade eu fui morar fora, na Austrália, e lá o negócio desandou mais ainda. Foi um dos anos mais intensos e gostosos da vida, mas os excessos de comida superprocessada, noitadas com os amigos, drinks, pouco sono e muita festa, terminou o estrago.

Engordei vários quilos em poucos meses, mas acabei perdendo tudo antes de voltar ao Brasil.

Quando voltei, precisei ouvir meu corpo, porque ele estava aos berros, tadinho!

Apesar de ter engordado durante meu intercâmbio, minha decisão não teve a ver com me encaixar em um certo padrão ou um número de roupa. Eu tenho estrutura pequena, nunca tive muito problema de peso. Eu não tinha “corpo de revista”, mas isso nunca tinha me incomodado.

Claro que com toda a mudança no meu estilo de vida hoje fico muito mais satisfeita quando olho no espelho, pois vejo o resultado do meu esforço e do carinho que tenho comigo, mas esse nunca foi meu objetivo principal.

O que sempre me incomodou era não estar 100% de saúde. Era horrível passar mal depois de TODA refeição. Ficar doente todo mês. Ninguém saber porque meus hormônios estava sempre em desajuste.

Isso foi piorando com o passar dos anos, até que não dava mais.

Além de ter esgotado meu organismo com um monte de comida pouco nutritiva, ainda teve o agravante que minha má digestão foi deixando meu intestino cada vez mais permeável e culminou em uma inflamação bem grande, que levei anos para conseguir controlar.

Tive que abrir mão de muita coisa? Sim, não vou mentir. Mas também preciso dizer que não foi sofrido, horrível e os piores momentos da minha vida, não.

Pelo contrário: olha aonde eu cheguei por causa dessa pequena escolha que fiz?!

Eu estava determinada a me sentir bem. Estava determinada a recuperar minha saúde.

Essa pequena escolha mudou completamente minha vida. Hoje estou aqui para quem sabe inspirar a mudança em você. Para falar que estamos juntas e que se eu consegui (lembra: pote de doce de leite com bolacha Maizena!), você também consegue!!!!


A descoberta das minhas intolerâncias me trouxe maior consciência alimentar. Tive que aprender a ler rótulos, a decifrar nomes esquisitos. Com isso fui comendo cada vez mais comida de verdade: legumes, folhas, verduras, proteínas, grãos, cereais, frutas.

Bolos, biscoitos, pães e massas se tornaram exceções no meu dia-dia. A base da minha alimentação começou a ser COMIDA DE VERDADE! Você pode conferir aqui mais de perto como é minha alimentação do dia a dia.

Também gravo alguns vídeos mostrando minha alimentação, veja abaixo:

Conforme fui me alimentando melhor, me senti mais disposta e tive mais vontade de me exercitar. Faz 7 anos que pratico atividades físicas sem parar por mais de 1 mês seguido.

Já mudei a atividade várias vezes: teve época que era só musculação, já fiz corrida, já fiz yoga, crossfit, circuito funcional, Muay-Thai, stand-up paddle, mas não parei!

Eu criei o hábito, e não deixo ele ser esquecido de jeito algum. Me manter ativa faz uma diferença enorme no meu bem-estar, e no corpo também, né, claro!

Mesmo com todas as minhas viagens (veja aqui no Instagram alguns posts meus em viagem com dicas), eu não deixo de me exercitar.

Tive fase magrela, tive fase mais maromba, tive fase mais cheinha e hoje em dia estou em paz com meu corpo, minha alimentação e meu estilo de vida.

Perdi mais de 10cm de circunferência abdominal – e isso foi tudo devido à mudança de alimentação, não pela quantidade de exercícios. Digo isso pois eu já me exercitava diariamente há 2 anos quando perdi as medidas, e foi depois que comecei a comer comida de verdade que meu corpo mais mudou.

5 dicas para você mudar seus hábitos

Vamos ser práticas, então? Porque você deve estar curiosa para saber como a louca do doce de leite virou a louca da salada 😉

Algumas dicas que me ajudaram bastante nessa caminhada:

  • Criar uma intenção.

    Primeiro de tudo, porque você quer isso? Qual sua maior motivação?

    Escreva ela agora em um pedaço de papel e guarde com você.

    Você só vai conseguir manter suas novas escolhas se você souber cde maneira clara e objetiva porque aquilo é importante pra você. Questione-se até encontrar o verdadeiro porquê.

  • Ter calma e paciência.

    Lembre-se que você passou muitos anos com esses hábitos e para desconstruí-los e fazer com que seu organismo consiga funcionar 100% vai precisar de algum tempo.

    Nada acontece do dia para a noite, nem a doença, nem a saúde. Tudo é construção, portanto tenha calma e paciência para poder semear, cultivar e depois colher.

  • Estar aberta à novos sabores e experiências.

    Mudar hábitos alimentares é sinônimo de estar aberto a novos sabores e experiências. Provar o novo é uma delícia, mas deixe expectativas de lado.

    Não vá esperando o mesmo sabor se a receita é feita com ingredientes diferentes. Use essa oportunidade para conhecer sabores novos, ingredientes diferentes. Vá com o olhar e curiosidade de um explorador e se joga nessa aventura!

  • Não desistir quando tiver um obstáculo.

    Não vai ser fácil e talvez você não encontre apoio. Muitas pessoas vão te questionar, vários vão rir e poucos vão legitimamente te apoiar. Não dê bola, faça por você, e por mais ninguém.

    Lembre que quem mais critica você é quem menos tem força de vontade de fazer algo similar e quem mais precisa. 

    Se manter firme na sua decisão vai inspirar essas mesmas pessoas, acredite em mim! O que teve de gente falando que eu não ia conseguir não cabe aqui nessa tela! E olha onde cheguei!!!

  • Se for preciso, descanse.

    Não faça disso uma batalha, pois não é. Lembre que é uma opção sua e a maneira como você vai encarar essa nova fase também depende de você: quer que seja prazeroso ou sofrido?

    Leveza, carinho e amor: você vai precisar destes três ingredientes para essa nova etapa. use sem moderação e não deixe faltar.

    Se estiver em falta, pare e descanse um pouquinho. Não desista, você está mais perto do que imagina.

Quer também mudar seus hábitos alimentares e viver com mais energia? TRANSFORME SUA COZINHA com meu curso online! Clique aqui e conheça.

Deixe sua mensagem aqui embaixo contando sua história, eu vou amar saber!!

Um beijo, Flavia.

 

17 comentários em “Como mudei meus hábitos

  • 10 de novembro de 2016 at 15:29
    Rita

    Flávia, vc tem intolerância a frutose?

    Reply
  • 1 de dezembro de 2016 at 20:59
    Na

    Oi Flávia, te acompanho há alguns anos e me inspiro muito em você. Eu tive uma alimentação super regrada (aliando a exercícios físicos regulares) por um bom tempo, porém ano passado passei por uns problemas pessoais, logo terminei a faculdade e me mudei de cidade para trabalhar. Resumindo: em 6 meses engordei 10 kg. Eu, que sempre fui super consciente, cheguei a comer 4 pedaços de pizza sozinha um dia.. me assustei. Comecei há pouco mais de um mês a correr atrás do prejuízo e voltei a te seguir fielmente como antes.. você me ajuda muito. Sou enfermeira e hoje penso em seguir para área de nutrição (para benefício pessoal, não como carreira) por sua causa. Obrigada, você é sensacional.

    Reply
  • 2 de dezembro de 2016 at 5:14

    Oi Flávia, queria saber como você faz sem a pílula anticoncepcional, porque eu tomo e realmente sinto os efeitos colaterais pesados em meu corpo.

    Reply
  • 23 de janeiro de 2017 at 11:26
    Camila

    Olá Flávia! Foi uma grata surpresa encontrar teu site!!!
    Descobri intolerância à lactose a 3 meses e estou aprendendo o que dá certo e o que não dá pro meu caso. No dia que descobri pensei que no dia seguinte eu estaria sem nenhum sintoma daqueles bem conhecidos por nós, e que bastaria ”retirar o leite da dieta” – pppfffffff, que inocente! Contudo, antes disso eu já vinha com uma dieta muito restritiva, pois demorou o ano inteiro de 2016 para descobrir de fato qual era meu problema, e nesse tempo fiz dieta controlada (através de orientação profissional,claro) e ao receber a notícia não fiquei apavorada, aliás, sorri e agradeci, pois não me importava mais o que seria necessário fazer, desde que me sentisse bem novamente como a muito não sentia (no meu caso, eu sentia eventualmente sintomas e só no ano de 2016 que comecei com crises ferozes)!

    Pensei na semana que recebi o diagnóstico que não me tornaria a ”chata da lactose”, a ”pesquisadora”, a ”antenada do goolge”… por que ninguém merece né! Lá pela segunda semana entrei pela primeira vez na internet para ler alguma coisa e sair um pouco da minha bolha, afinal eu precisaria me adaptar e receitas novas seriam essenciais pra isso. O PRIMEIRO site que olhei o nome, gostei e entrei foi o teu! Eu li tanta informação relevante, eu vi tantas receitas maravilhosas, eu vi ali na minha frente alguém que me entendia perfeitamente (embora nem conheça). Eu fiquei fascinada com teu trabalho Flávia, tanto que mais de um mês depois eu entrei pela primeira vez na net pra ler outras receitas aleatoriamente (que não fosse no teu site).
    Depois de ler teus depoimentos e tudo o que tu conta sobre tuas próprias experiências, tudo ficou muito claro pra mim! Meu Dr. já havia orientado a continuar com a dieta sem glúten, evitar embutidos, frituras e açúcares (que vinha da dieta anterior ao disgnóstico de IL) e com tuas dicas eu compreendi melhor as razões por trás disso, e me senti como que tendo encontrado um tesouro!!!
    É perceptível que tu faz tudo com muito amor e dedicação, e isso me encantou!!!
    Hoje ainda estou em apuros e meu corpo ainda está ”rebelde” – inchaços, constipação, enjoo … – mas me tornei uma guria disciplinada e acredito que isso vai ajudar! É difícil ver nosso corpo todo estranho e deformado, difícil meeesmo! Autoestima é tão importante né?! Mas com certeza, de todas as ajudas que recebi nesses tr~es meses uma delas é a TUA. Pois por mais que minha família tente me incluir e me ajudar, nem sempre eles entendem de fato o que sinto e às vezes ousam me perguntar “precisa disso tudo, não exagero tua dieta?”.
    Então, deixo a ti o meu MUITO OBRIGADA! Obrigada pelo dia que tu teve a brilhante ideia de criar esse espaço, por contar até mais do que precisaria, por dividir conosco tudo e nos ajudar, é difícil, mas não impossível. Obrigada Flávia, me inspira uma mulher tão focada e feliz com o que é!
    Que bom ter te achado e poder aprender tanto contigo!!!
    Um abraço bem apertado :*

    Reply
    • 1 de fevereiro de 2017 at 19:43

      Oii Camila!
      Que mensagem querida, muito obrigada por tanto carinho!
      Fiquei muito feliz de saber um pouco da sua história, obrigada por dividir aqui comigo.
      Seja muito bem-vinda!!
      beijinhos

      Reply
  • 3 de maio de 2017 at 17:33
    Denise Ramos

    Olá Flávia!
    Descobri faz uns dois meses, mas sofro com a IL a mais de 1 ano 😔 Sempre achei que era gastrite nervosa, mas não …a minha descoberta foi comendo dois Danoninhos pela manhã…. após o almoço a diarréia estava atuando em meu corpo.
    Então decidi tirar tudo com lactose e para minha surpresa melhorei muito . Não fiz exame em laboratório e nem quero fazer . A minha pergunta é a IL pode virar um câncer de estômago? E é normal depois de um deslize ficar ruinzinha 3 a 4 dias ?
    Te sigo nas redes 😉
    Desde já obrigada!
    Denise 🙋

    Reply
    • 5 de maio de 2017 at 17:25

      Oi Denise! Tudo bem?
      É normal ficar vários dias mal sim, porque depende bastante de como está seu nível de inflamação e o quanto de lácteos você ingeriu.
      A questão do câncer, não sei de estudos relacionando diretamente IL com aumento do risco de câncer, não.
      Mas dê ma pesquisada em artigos científicos no Google para se certificar.
      bjs

      Reply
      • 24 de maio de 2017 at 13:56
        Denise Ramos

        Muito obrigada Flávia !!
        Juntos seremos mais forte 💪🏼
        #lactosenao

        Reply
        • 31 de maio de 2017 at 13:44
          Cristina Montenegro

          Um amigo meu não respeitava sua IL e teve câncer de intestino. Há risco sim, por conta da inflamação constante, além da possibilidade de ocorrer diverticulite, procure um médico e se informe. Alergia alimentar é sério!

          Reply
  • 20 de maio de 2017 at 14:21
    HRF

    Olá Flavia desde que descobri minhas alergias alimentares te acompanho. Mas o q acho mais difícil é fazer as pessoas a minha volta entender q não é frescura! Até no trabalho é complicado pois todos tem hábito de comer onde trabalham e a mesa é conjunta. Uma simples migalha já basta p eu passar mal imagina dez pessoas comentando! Meu relacionamento com amigos também é complicado pois eles querem me agradar fazendo comida especiais p mim mas não entende a tal da contaminação. Estou me isolando cada vez mais e com isso estou cada dia mais triste!

    Reply
  • 20 de maio de 2017 at 15:10
    Raica

    Flávia, irei marcar para fazer o curso online… Estou percebendo que to com mais intolerâncias que antes e preciso mudar imediatamente… já não consumo leite comum pela intolerância… a farinha de trigo tbm está me fazendo muito mal, estou alterando e como comida de verdade ainda mais depois que fiz a cirurgia bariátrica e já não aguento mais sofrer com cefaléia intensa, cândida, coceira no corpo e viver me sentindo mal…
    Agora mais uma vez decidi que tenho que mudar, deixar o papel da coitadinha que passa mal sempre e ser mais saudável…
    Estou seguindo suas dicas…
    Obrigada por partilhar suas experiências…

    Reply
  • 21 de maio de 2017 at 16:09
    Ana Carolina

    Oi Flávia, eu amo tuas receitas e teus posts de incentivo, pura verdade sem mimimi! Tenho doença celíaca e sou intolerante a lactose. Poucas pessoas entendem e apoiam, mas eu mesma me saboto… É difícil conciliar faculdade e emprego com a cozinha e por vezes já me peguei comprando besteiras e o pior de tudo.. com glúten e lactose! Sei que me prejudicou, mas.. fala sério lactose até em remédios 🙁

    Enfim, obrigada pelo apoio e continua​ postando tuas receitas. São maravilhosas!! Vou me esforçar mais. Beijos

    Reply
  • 8 de fevereiro de 2018 at 13:49
    Jaqueline Gomes Bandeira

    Minha principal motivação para eu mudar minha alimentação foi eu ser portadora de cistite intersticial (inflamação na bexiga). Sofro demais com as crises constantes. Ao procurar grupos de ajuda descobri que o glúten e a lactose são altamente inflamatórios (coisa que, em geral, a maioria dos médicos não admitem). Meu uro me restringiu a 5 alimentos (cítricos, chocolate, pimenta, chimarrão e café). Mas meu corpo sente que não é suficiente. Já tive várias tentativas fracassadas e admito que não é fácil se restringir depois de tantos anos acostumada com uma má alimentação. Atualmente estou restrita uns 90% no glúten e na lactose. Ainda é muito cedo pra dizer algo, mas acredito que vá me ajuda muito. Vejo isso através dos grupos de meninas portadoras de CI. Outra coisa que desencadeia fortes crises é a ansiedade, estresse. Sou tão ansiosa que sinto uma bola subir na minha garganta. Estou tbm tentando meditações, caminhadas para aliviar essa ansiedade.
    Há alguns meses parei com o anticoncepcional, mas há um mês tive que voltar com ele, pois tive um teratoma no ovário direito e tive que retirar esse teratoma que já estava bem grande. O médico me passou um anticoncepcional chamado qlaira com o intuito de não vir mais teratomas. Eu n queria tomar, mas como quero ter filhos preciso me prevenir de novos cistos.
    Hoje faço uso de produtos naturais para aliviar meus sintomas mais um medicamento dado pelo uro.
    Quero começar a usar quercetina que é um anti inflamatório natural . Minha luta é árdua, mas espero logo estar bem.
    Um beijo Flavia agradeço por ajudar tantas pessoas que precisam dessas restrições ou que queiram manter uma dieta verdadeiramente saudável.
    Co

    Reply
  • 27 de março de 2018 at 15:28
    Clarice

    Oi Flávia, muito bacana a tua história, parabéns. Fiquei com uma curiosidade: vc trabalhava em que antes de fazer essa mudança toda?
    abraços,

    Clarice.

    Reply
    • 29 de março de 2018 at 13:38

      Oi Clarice!
      Trabalhava com comunicação, na época estava em agência de publicidade.

      Reply
  • 20 de julho de 2018 at 23:27
    RENATA GONCALVES SOUZA

    Estou triste e desanimada pq tirei o leite o que mas gostava de tomar na vida e não vejo melhora nenhuma minha nutrologa disse que é assim mesmo mas não tenho paciência as vezes de raiva como uma colher de leite condensad….o mas vou ler com calma pois acho que aqui vou conseguir superar essa droga de intolerância……..

    Reply

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