Cape town – onde ficar, o que fazer e comer

Cape town – onde ficar, o que fazer e comer

Seguindo com as dicas sobre a África do Sul, esse post vou falar especificamente sobre Cape Town – onde ficar, o que fazer e comer.

Essa é uma série de posts que fiz sobre minha última viagem de férias e quero compartilhar minhas dicas e impressões sobre o país já que lá pelo Instagram vários de vocês disseram que estão com viagem marcada 🙂

Cape Town

Nossa primeira parada foi em Cape Town, que fica ao sul da África do Sul. Ficamos 4 dias lá e achei que foi um bom tempo.

Como disse, meu vôo chegou em Joanesburgo e de lá peguei um vôo pela Mango para Cape Town. Paguei na passagem ida e volta R$490.

A cidade é maravilhosa, eu amei!

Uma natureza exuberante, com montanhas e muito verde, praia e uma ótima estrutura de cidade – com restaurantes, barzinhos, lojas, etc.

Fiquei apaixonada! Voltaria todo ano! hahahaha

Hospedagem

Em Cape Town nós alugamos um AirBnb. Quem me acompanha sabe que normalmente alugo apartamentos ou casas por lá quando viajo. Têm preços ótimos, várias opções e para quem se sente mais seguro cozinhando em casa, normalmente tem uma cozinha equipada à disposição.

Se você ainda não conhece o serviço, clique aqui e se cadastre para receber R$130 de desconto no seu primeiro aluguel.

Gostei bastante da localização porque conseguíamos fazer várias coisas a pé e era central aos pontos que visitamos. Fiquei na Buitengracht St, exatamente neste apartamento aqui. O valor dele para 4 noites foi de R$1010,55.

Restaurantes

Tem vários restaurantes super legais e tem opções para todos os bolsos! De maneira geral eu achei um país barato! Ainda mais pra quem está acostumada a sair para jantar em São Paulo e Salvador, que qualquer coisinha dá pelo menos R$100-R$150 por pessoa.

Os restaurantes mais caros que fui davam uma média de R$150 por pessoa, isso com vinho, entrada, prato do dia especial, etc. Os mais em conta davam menos que isso, e se você quiser economizar nesse ponto, é super possível. É que eu gosto de viajar pra comer, aí já viu né hahahah

Não teve muitos restaurantes memoráveis, mas os que foram vou deixar aqui.

Eu amo café da manhã, e em viagens gosto de caprichar para poder ficar passeando sem me preocupar com fome. Fui em dois cafés que gostei bastante:

Jason Bakery

Era do lado do nosso AirBnb. Tem pães de fermentação natural (com glúten), algumas opções sem glúten (poucas), café com leite vegetal e opções veganas e vegetarianas. Eu comia essa toast com homus, abacate e ovo pochê no pão de centeio de fermentação natural. Divina!

Bootlegger

Têm em várias partes da cidade, fomos em dois. O cardápio é cheio de opções, com várias sem glúten, sem lactose, veganas e vegetarianas. Fiquei com vontade de provar um monte de coisa, mas não tinha espaço no estômago para tudo. Então provei o Omega Bomb (algo assim, uma torrada com abacate, salmão defumado e ovo pochê) e o Turmeric Latte (leite de amêndoas com cúrcuma e especiarias).

Gostei bastante!!!

Kloof Street House

Eu amei esse restaurante! O lugar é um charme puro, uma casa antiga toda decorada!

Pense numa decoração super detalhada, com área externa cheia de verde e que mesmo remetendo ao antigo é super moderno. Cheio de jovens e gente bonita (hahaha me senti uma tia escrevendo isso, mas ok!).

Esse é o restaurante que disse que pagamos mais “caro” mas super valeu, até porque estávamos em três e foram duas garrafas de um ótimo vinho branco, 2 entradas e o especial do dia: um prato de frutos do mar super bem feito com acompanhamento de salada (que estava divina) e batatas rústicas com aioli. Deu fome só de lembrar! hahaha

Parece que nos domingos na hora do almoço tem Jazz!

The Pot Luck Club

Um dos que mais ouvi falar quando pesquisava era o The Pot Luck Club, e realmente vale super ir.

É uma experiência super legal e o ambiente é uma graça. Eles trabalham com menu degustação dividido nos sabores que formam o paladar: doce, salgado, amargo, azedo e umami. Você escolhe alguns de cada sabor e o chef que decide qual a ordem que vai mandar pra sua mesa, para que fique harmonizado.

O garçom ficou meio confuso na hora de me dizer o que tinha ou não leite, mas no fim deu tudo certo e eles conseguiram adaptar tudo o que era possível. Não senti que fiquei prejudicada na experiência, a comida estava gostosa.

O ideal é fazer reserva. Nós não fizemos e demos sorte. Chegamos lá no primeiro horário (eles têm dois horários de reserva) e conseguimos uma mesa.

Se não me engano a conta deu algo como R$150 por pessoa também. Para um menu degustação, super barato!

Uma opinião super minha e talvez polêmica: todos os menus degustação que fiz até hoje tive o mesmo sentimento: legal, mas não faço questão de voltar.

Eu acho a experiência legal, adoro ver como os chefs criam coisas fantásticas, como a equipe é super bem treinada e te explica tudo direitinho. Mas nenhum dos que fui até hoje me fez pensar “legal, voltaria aqui várias vezes”. Talvez eu seja chata, ou talvez eu ainda não tenha ido em um tipo MEU DEUSSS, que incrível. kkkkkk

De maneira geral sobre os restaurantes

Não senti dificuldade em comer por lá. Até porque sempre é possível achar o combo proteína grelhada e legumes/arroz/batata – que é sempre seguro para nós, intolerantes.

Os cardápios já dizem as opções e sempre que conversei com o garçom eles foram atenciosos e conseguiram me ajudar!

Já baixou meu e-book gratuito SOS Viagem – o guia do intolerante viajante? Lá tem muitas informação, receitinhas e dicas. Preencha o formulário abaixo que te envio por e-mail 🤩


O que fazer

Cape Town tem muita coisa pra fazer! Tem passeio pra criança, para quem gosta de se movimentar, para quem gosta de aventura, para quem gosta de não fazer nada e só ficar sentado contemplando e comendo/bebendo (quem nunca!).

O que eu fiz e gostei:

Trilha da Lion’s Head.

Eu amei! A vista durante a trilha é maravilhosa e mesmo eu morrendo de medo de altura, consegui aproveitar kkkkk. Nós fomos a pé do AirBnb até a montanha e depois subimos. Acabamos o dia com 11km e 122 andares na conta! Mas não se preocupe, tem muito transporte para te levar até o pé da montanha, você não precisa fazer esses 11km + 122 andares.

Subir a Table Mountain com o Cableway (teleférico).

Depois de subir a Lion’s Head estávamos cansadas para fazer outra trilha e como a previsão dos outros dias não era amigável, preferimos fazer as duas montanhas no mesmo dia. Aí optamos por subir com o Cableway.

Dica: compre seu ingresso online – pode ser lá mesmo, pelo seu celular. Evita que você pegue a fila!

O passeio é incrível. Eu fiquei com medo, porque tenho medo de qualquer coisa nas alturas (exceto avião, vai entender), mas vale MUITO! Se não me engano paguei R$70.

Passear e almoçar/jantar no Waterfront.

Um complexo com restaurantes, bares e lojas super gracinha. Tem uma vista linda, com roda gigante, música na praça e muitas opções. Sempre movimentado vale muito conhecer.

Basicamente todos os lugares que olhei o cardápio lá tinham alguma opção sem lactose/glúten. Fique tranquilo, você não vai passar fome.

No Waterfront vale a pena conhecer o V&A Food Market, um mercadão de comidas cheio de restaurantes e algumas lojinhas de ingredientes e o The Watershed, um galpão com várias lojinhas de artesanato e coisas mais locais.

Assistir o pôr do sol e jantar em Camp’s Bay.

Camp’s Bay é um bairro em frente à praia muito charmosinho. Tem vários restaurantes e barzinhos, um do lado do outro. Dá pra você ir até lá e escolher se baseando na carinha deles e no cardápio, ou melhor ainda, dá uma olhadinha nas reviews no TripAdvisor para ver se não tem nenhum pega turista ou furada.

O restaurante que fui não foi maravilhoso, mas estava bom. Depois fomos em um rooftop, Chinchilla o nome, para ver o pôr do sol e tomar drinks. Lugar super gracinha!

Ver as casinhas coloridas de Bo’Kaap

Além de ser lindo ver as cores desse bairro todo colorido, a visita vale pelo contexto histórico.

O início dele é ali pela década de 1760 quando foram construídas várias casas para alugar para escravos trazidos da Malásia, Indonésia e outras partes da África. As casas eram todas brancas e nenhum escravo estava autorizado a mudar nada nelas.

Quando o regime mudou e os negros puderam comprar as casas, decidiram pintar de cores coloridas para simbolizar a diversidade étnica 🙂

Alugar um carro e ir para o Cabo da Boa Esperança e Boulder’s Beach (a praia dos pinguins)

Nós alugamos um carro e fomos para o sul da Cidade do Cabo para conhecer a Boulder’s Beach, a praia fofa cheia de pinguins, e o Cabo da Boa Esperança.

Os passeios são bem bacanas e a estrada é maravilhosa. Nunca vi uma estrada tão linda!

Vá pela Chapman’s Peak Drive, por favor! É linda demais.

As vistas do farol do Cabo da Boa Esperança e os babuínos que você vê na estrada chegando por lá também valem demais o passeio kkkkk

Espero que tenha gostado das dicas! Caso tenha algo a acrescentar deixa aqui embaixo, vou adorar sua participação!

Veja os outros posts sobre a África do Sul:

Um beijo, querida(o).

Sobre o Autor

Flavia Machioni

Flavia Machioni

Eu sou a Flavia, autora do Lactose Não. Sou especialista em cozinha natural, Health Coach formada pelo IIN/NY e Relações Públicas de formação. Faz 7 anos que venho mudando meu estilo de vida para ter mais saúde e bem estar e divido grande parte desse caminho aqui e em minhas redes sociais.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Politica de Cancelamento para Cursos Online - Empresa Lactose Nao - F.M.M. MEI (CNPJ: 19.521.725/0001-53)

l