Intolerância à lactose

Confira abaixo informações sobre intolerância à lactose.

A lactose, um dos açúcares do leite, é composta por duas moléculas: glicose e galactose.

A intolerância a lactose se dá pela deficiência da enzima lactase, responsável pela digestão e quebra da LACTOSE nas moléculas acima.

Nesta patologia, a pessoa não produz quantidade necessária de lactase e assim não consegue quebrar ou digerir, acarretando em diversos sinais e sintomas.

  • Diarréia ou constipação intestinal
  • Gases
  • Dores e inchaço abdominal
  • Náuseas e vômitos

O diagnóstico é feito por observação ao ingerir alimentos ricos em lactose. Caso a pessoa tenha desconforto com estes, devem ser excluídos da dieta.

Para confirmação, existem alguns exames solicitados, como exame de sangue, fezes, biópsia intestinal ou teste salivar.

É possível que a pessoa desenvolva ao longo do tempo ou também que nasça com a deficiência de lactase.

As causas variam de acordo com o tipo de patologia, sendo possível desenvolve-la a partir de alguma outra patologia, como doença de Crohn ou doença celíaca.

Com o passar dos anos, a quantidade de lactase produzida pelo organismo vai diminuindo, tornando todos mais suscetíveis a possíveis sintomas e desconfortos. Algumas pessoas tendem a ser mais sensíveis e sentirem mais, mas outras não se incomodam com estes.

Se alimentos ricos em lactose forem restringidos da dieta, de fato teremos sintomas mais fortes, por isso, para aqueles que não querem retira-los do dia a dia, devem continuar consumindo caso não sintam desconforto.

Todos estão propensos a esta e com o passar dos anos, estamos cada vez mais sujeitos a desconfortos.

A exclusão dos alimentos ricos em lactose tende a ser o melhor tratamento, buscando sempre utilizar a enzima lactase quando for consumir algo derivado.

Para aqueles que possuem a intolerância diagnosticada, devem ter muita atenção a contaminação cruzada e possíveis vestígios de lactose em produtos que se identificam como SEM LACTOSE.

A leitura dos rótulos e ingredientes se faz de extrema importância nestes casos.

Este artigo teve contribuição da nutricionista funcional Maria Vitoria Falcão.

Graduada pelo Centro Universitário São Camilo.

Pós graduada em Nutrição Esportiva.

Formada em Nutrição Ayurvedica e Alimentação Vegetariana.

Graduanda em Bioquímica Clínica.

Atualmente em curso de aprimoramento em Transtornos Alimentares pelo AMBULIM.

Contatos:

Telefone: (11) 99759-9921

E-mail: vih_falcao@hotmail.com

Site: www.nutrivifalcao.com.br

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